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Heróis, vilões e todos entre eles
10 de 10 registros · A–Z
Ativo · Abrigo de Solária
A curandeira de Solária. Ela é uma mulher sábia e gentil, que conhece bem as ervas e remédios da região. Ela é conhecida por ajudar os doentes e feridos, e por ser uma conselheira confiável para aqueles que precisam. Ela possui um pequeno herbário, o Sândalo Dourado, e ocasionalmente supre alguns mercadores estrangeiros.

Abrigo de Solária
Líder da vila de Solária, um homem de meia-idade que é respeitado e amado por seu povo. Ele é conhecido por sua sabedoria e justiça.

Ativo · Abrigo de Solária
Fazendeiro-chefe da vila, responsável por supervisionar a produção de alimentos na região. Ele é um homem amigável e extrovertido, que é sempre visto com um sorriso no rosto.

Ativo · Abrigo de Solária
Chefe da guilda dos mineiros “Companhia Roccia”, uma anã forte e corajosa que lidera as escavações nas montanhas próximas. Ela é conhecida por sua determinação e espírito empreendedor.

Paladino · Humano · Ativo · Chama Branca
Idris Rucandel foi um filho do Abrigo de Solaria, nascido sob o manto de uma família humilde. Os ecos da vida passada ainda se encontravam nas paredes cinzentas do castelo que dominava a paisagem da pequena vila nas Colinas do Serpeio. Solaria era um lugar amistoso, onde até os de sangue exótico encontravam abrigo. Em sua juventude, Idris era conhecido por seu vigor e perspicácia, sua fibra moral tão firme quanto aço. A fama de suas virtudes alcançou a Ordem do Cálice, a respeitada cavalaria de Nerania que seguia os dogmas da chama prateada. Logo, o jovem Solariano foi arrancado de sua terra natal e enviado ao longe, para aprender os caminhos dos paladinos. Embora tivesse dado tudo de si, Idris lutava para alcançar a grandeza de seus companheiros. Porém, um paladino - um homem chamado Vaelor - viu potencial no jovem e o incentivou a passar pelo rito de ascensão. Esse rito envolvia completar uma missão ao lado de seu mentor, depois acender sua própria chama de prata em um cálice. No entanto, o destino não foi bondoso. O infortúnio os encontrou, e Vaelor perdeu sua vida. O espírito de Idris, embora abalado, recusou-se a se quebrar. Ele abandonou a Ordem e voltou para sua amada Solaria. Idris estava acima do comum agora, mas ainda sentia a responsabilidade de proteger seus conterrâneos. Uniu-se à guarda da cidade e, depois de alguns anos, tornou-se seu chefe. O tempo passou, seus pais se foram, mas ele continuou a cumprir seu dever. Ele adorava frequentar a taverna do Leão Vermelho, compartilhar histórias com os habitantes, praticar sua aptidão física, e meditar com suas orações. Agora, perto dos cinquenta, Idris sentia o peso dos anos mais do que nunca. Uma sombra de dúvida pairava sobre ele - ele fracassou em acender a chama prateada, falhou com Vaelor, falhou consigo mesmo. Essa dúvida, silenciosa e escura como a noite, costumava rastejar em sua mente enquanto ele compartilhava refeições com o inusitado Koboldi cozinheiro Gizmo, ou enquanto assistia o garoto Morpheys, um jovem fugitivo das ruas, realizar seus truques mágicos para ganhar um punhado de moedas. No entanto, mesmo sob a nuvem de seus fracassos passados, Idris continuou a servir Solaria com um sorriso. E, quando os céus se vermelharam e um cometa cruzou a escuridão, ele sabia que uma nova era se aproximava - uma era de desafios, perigos e oportunidades para a redenção.

Ativo · Abrigo de Solária
A bibliotecária de Solária. Ela é uma mulher inteligente e solitária, que adora ler e estudar. Ela é conhecida por sua vasta coleção de livros e por ser uma fonte confiável de conhecimento para aqueles que precisam. Após os eventos recentes no Abrigo, Isadora sentiu que tambem poderia fazer mais, e depois de uma peregrinação ela se ordenou como Clériga de Oghma, e com a permissão do Barão Aric fundou uma Escola/Templo dedicado ao Arauto da Centelha e a instrução do povo comum.

Ativo · Abrigo de Solária
Proprietária da principal loja da vila, “Fios da Rainha”, que vende tecidos e roupas. Ela é uma meia-elfa charmosa e elegante, que é habilidosa em seu trabalho e bem relacionada com os nobres das cidades vizinhas.

Desconhecido · Abrigo de Solária
Ferreiro da vila, ele comanda sua oficina “Fornalha Fulgurante”, que é responsável pela produção de ferramentas para os habitantes locais. Ele é um homem reservado e taciturno, que raramente se abre com estranhos.

Escriba / Observador · Zeitgeist (anteriormente Humano) · Ativo (prisioneiro dimensional)
Quem, eu deveria ser? Faço essa pergunta a mim mesmo a cada manhã enfadonha — se é que posso chamar qualquer momento de "manhã" neste lugar onde o tempo não se digna a passar. Sou Thaveus. Ou fui. Ou serei. As conjugações perdem o sentido quando passado, presente e futuro são apenas páginas diferentes do mesmo livro. Fui um ladrão. Um bom ladrão, devo admitir — arrogante o suficiente para acreditar que poderia roubar o grande Khayzam, o Primeiro Arquimago. Meu alvo? O Livro das Estórias Não Contadas, um artefato capaz de registrar espontaneamente toda a vida de uma pessoa no plano material, cada vírgula e cada ponto final, do nascimento à morte. O mero vislumbre do Livro fragmentou meu espírito entre centenas de realidades. Um tormento de séculos comprimido em um único segundo. Para me poupar de um destino tão estarrecedor, Khayzam — meu carcereiro e, ironicamente, meu salvador — criou um bolsão extradimensional onde minha consciência pudesse permanecer contida, onde uma parte da minha racionalidade sobrevivesse. Ele me permitiu ficar com o Livro. Misericórdia ou crueldade refinada? Ainda debato isso comigo mesmo. Mas minha função ficou clara: observar. Registrar. Procurar pessoas e grupos notáveis — atos de bravura e valentia, compaixão e justiça, sagacidade e perspicácia. Tudo deve ser escrito. Sou um Zeitgeist agora. Um espírito do tempo, preso fora dele. Condenado a observar o inesperado perante os olhos daqueles que ainda podem escolher o próprio caminho. E nessas páginas que vocês leem, encontrarão o que registrei — cada herói, cada vilão, cada lugar esquecido, cada relíquia perdida. A solidão deste lugar é uma companhia constante. Mas de tempos em tempos, almas infelizes tropeçam nas armadilhas de Khayzam e acabam aqui — condenados temporários, assim como eu fui permanente. A prisão do Arquimago é vasta: andares distintos, cada um guardado por sentinelas cujas chaves são o único caminho adiante. Entre um andar e outro, porém, existe este meu refúgio — uma cabana modesta cercada de verde, pés de frutas, um pequeno lago onde o tempo finge ser gentil. Certa vez, um grupo particularmente barulhento foi arremessado para cá. Um deles — Morpheus, se não me engano — havia tocado em algo que não deveria. Típico. Chamavam-se os Improváveis de Solária, e o nome lhes caía bem. Abriguei-os. Dividi o que tinha. Bebemos, e entre um gole e outro, contei-lhes histórias — algumas do Livro, outras minhas, fragmentos que ainda consigo segurar antes que se dissolvam entre as páginas. Eles me contaram as deles também. Enquanto bebíamos, o Livro continuava a escrever. Vi páginas que ainda não lhes pertenciam — capítulos não vividos, finais ainda não escritos. Guardei silêncio. Há coisas que mesmo um escriba não tem o direito de contar. Foi... bom. Uma palavra simples para algo que um Zeitgeist raramente experimenta. Inevitavelmente, partiram. Todos partem. Mas suas estórias ficaram, e essas eu guardo com um cuidado que talvez nem eles saibam. Os Improváveis de Solária foram apenas um capítulo entre milhares. O Livro segue escrevendo, e eu sigo observando — cada alma notável, cada ato que merece ser lembrado. Para que um dia, quando o tempo do fim se apresente, todos ouçam O Chamado. E mais uma vez, Atrianos lutarão por Átrias. Até lá, eu observo. Eu escrevo. Eu espero. — Thaveus, O Escriba das Estórias Não Contadas

Abrigo de Solária
O dono da Leão Vermelho, a taverna de Solária. Ele é um homem extrovertido e simpático, que adora contar histórias e ouvir as fofocas da vila. Ele é conhecido por sua habilidade em preparar cerveja e por organizar festas e celebrações na taverna.
